Para tornar o desenvolvimento reproduzível com Docker Compose, descreva somente as dependências que o projeto precisa e valide o ambiente com comandos que qualquer pessoa consiga repetir.
Descreva serviços, não a máquina inteira
Comece pelo app, banco e fila que participam do fluxo local. Imagens pequenas, variáveis documentadas e portas previsíveis tornam o primeiro docker compose up mais fácil de entender.
Use volumes com intenção
Um volume para os dados do banco evita perder o ambiente a cada reinício. Já o bind mount do código deve respeitar as diferenças de permissões e de desempenho entre sistemas operacionais.
Adicione healthchecks úteis
O serviço estar iniciado não significa estar pronto. Um healthcheck simples permite que scripts e pessoas diferenciem falha de configuração de uma dependência que ainda está subindo.
Mantenha comandos de entrada curtos
Registre como subir, parar, limpar dados locais e executar testes. A documentação precisa explicar também quando usar docker compose down -v, porque esse comando remove volumes.
Próximo passo
Escolha uma parte pequena do sistema, registre o comportamento atual e faça uma mudança que possa ser observada e revertida. O objetivo não é aplicar uma receita inteira de uma vez, mas transformar uma hipótese em um teste que ensine algo sobre o projeto real.